deserto do Sara

Ghadamès é uma cidade-oásis que pertence à Líbia, na confluência das fronteiras com a Argélia e a Tunísia. Neste momento é o exemplo perfeito dos lugares fantásticos fora do alcance dos visitantes, por causa de guerras e instabilidades políticas que nos ameaçam a todos – sobretudo quem lá vive.

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Visitar a Tunísia através das páginas dos Escritos no Deserto, de Isabelle Eberhardt, é mergulhar numa paisagem cultural que soube manter-se viva até hoje, mesmo debaixo da pressão contínua de um turismo rentável e apressado.

Douz-(5)

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Encontrei pela primeira vez tuaregues “a sério” na Líbia. E depois de conviver alguns meses com estes descendentes dos berberes também no Níger, percebi porque é que andam aí tantas imitações.

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Há muito, muito tempo, quando as agências de viagem ainda não ofereciam programas com pensão completa no deserto do Sara, e a simples menção do seu nome lembrava enormes e mortíferas extensões de dunas sob um sol escaldante, onde só sobreviviam tribos beduínas hostis e ferozes guerreiros tuaregues … é aí que começa o livro A Exploração do Sara.

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O Teneré é uma das mais belas zonas do deserto do Sara, e estende-se pelo Níger e pelo Chade. Nesta planície desértica encontramos dunas com mais de trezentos metros de altura, aldeias abandonadas num planalto de cabeços rochosos e um povo que deu nome à região, e que a habita há séculos: os tuaregues. Só eles perpetuam a tradição das azalai, caravanas de dromedários que atravessam o deserto levando tâmaras e outros bens cultivados nas aldeias do sul, para trocar por sal nas aldeias a norte do Teneré.

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