E se perdermo-nos fosse a melhor coisa que podia acontecer? E se de cada vez que se procurasse um lugar encontrássemos outros, pelo menos tão fascinantes como o que não encontramos? Tudo é possível na Serra da Freita, num dia de nevoeiro…

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Para ver e sentir as mudanças de estação em Portugal, não há lugar como a Mata de Albergaria, no Parque Nacional da Peneda-Gerês. Só ali há tanta árvore diferente, cada uma com o seu vestido, escorregando pelas encostas ao encontro do rio Homem. Com o outono chegam as cores da estação, do vermelho ao dourado, passando por todos os matizes de amarelos e laranjas – e há mesmo alguns verdes, embirrentos e primaveris, que cismam em contrastar o ano inteiro.

Geira Romana na Mata de Albergaria

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Se o Império Inca foi uma das mais extraordinárias sociedades humanas e Cuzco foi a sua capital, isso já diz muito sobre o que se pode encontrar ao visitar a moderna cidade de Cuzco, no Peru.

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As grutas de Po Win Taung ficam no norte de Myanmar (antiga Birmânia), fora do circuito turístico. Dizem que são mais de mil, e o seu recheio de pinturas e estátuas conta a história do budismo na região desde o século XIV.

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Sónia Serrano apresenta-nos no livro Mulheres Viajantes “a história de várias mulheres que ao longo dos séculos desafiaram as convenções de género viajando sozinhas”. E ao mesmo tempo, o percurso da escrita de viagem no feminino, do século IV até hoje.

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Quem é que nunca viajou à boleia (antes de ver o filme “Terror na Auto-estrada”, claro)? É um dos meios mais divertidos de viajar, o mais económico, e ainda constitui uma rápida introdução às gentes locais. Com sorte, fazemos amizades; no mínimo, obtemos boas informações – e no caso das mulheres, fica-se a conhecer o per capita de engatatões desgovernados da zona.

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O Parque Nacional Cahuita é um pedacinho especial da Costa Rica: um éden tropical cheio de aves do paraíso, serpentes da tentação e pecados mortais, como a preguiça. Tudo embrulhado numa cortina verde de árvores e calor, debruada pelo azul e branco das praias.

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Se os chineses inventaram o esparguete, os japoneses inventaram a massa instantânea de que geralmente é feito o ramen – uma sopa de massa de trigo que teve origem em Yokohama e se tornou um clássico da cozinha japonesa. Esta é a minha receita, vegana e simplificada.

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Na Costa Rica, casado é o prato que todos os restaurantes servem, uma composição variável que começa com arroz, feijão e uma salada. Uma coisa é certa: estes são sempre casamentos felizes.

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Bibimbap é provavelmente o prato mais conhecido e consumido da Coreia do Sul. Significa “arroz misturado” e é mesmo isso: uma tigela de arroz com diversos toppings, cozinhados e crus, geralmente vegetarianos. Uma delícia!

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