Caijus veganos – a nova forma de comer queijo

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Não são queijos, são caijus, feitos de oleaginosas como o caju ou a amêndoa. Comem-se da mesma forma: como petisco, entrada, em salada – ou apenas na companhia de um bom vinho.

Os caijus, feitos de oleaginosas como o caju ou a amêndoa, são muito mais do que imitações do queijo de leite animal. Cada um tem uma identidade própria, que funciona como petisco ou entrada, em salada, numa sanduíche ou tosta, dependendo do seu paladar – ou apenas na companhia de um bom vinho.

Utilização e conservação:

 

Os caijus são um produto fresco, sem qualquer conservante artificial, e por isso são sensíveis às condições externas de conservação. 

Quase todos são secos em rede; o ideal é conservá-los ao ar – e não fechados numa caixa – num ambiente seco e arejado. Caso não seja possível, pode mantê-los num prato dentro do frigorífico, e virá-los todos os dias.

 

O caiju fresco com pimenta rosa é o único que não é seco em rede, por isso deve ser conservado no frigorífico.

 

O azul e o curado são secos em rede depois de desidratados, e são dos mais duráveis, aguentando duas a três semanas fora do frigorífico.

 

Se não forem consumidos num prazo de 3 a 5 dias (dependendo as condições em que são mantidos), outra excelente forma de os conservar é congelá-los, embalados num saco plástico ao qual foi retirado o ar; depois de descongelados, os caijus mantém a qualidade, o sabor e a consistência que tinham enquanto frescos.

 

O caiju de ervas e o de tomate e tomilho podem ser usados como qualquer queijo comum, como entrada, ao pequeno-almoço, em sandes ou com compota. 

O caiju de miso e o de cominhos ficam especialmente bem como entrada, em saladas e em sandes (queijo de miso e rúcula com um fio de azeite, dentro de um pão rústico, é um petisco a não perder!). 

O caiju de colorau fumado também é bom como entrada, e é o mais adaptado à cozinha: fica bem em pizas e misturado com um esparguete ao alho, por exemplo. 

O de pimenta rosa é tipo queijo fresco e deve ser usado como tal: simples, acompanhando salgados, chutneys ou compotas. 

O azul e o curado são bons quando saboreados sozinhos, com uma compota que contraste com o seu sabor, em fatias, numa salada….

Estas são apenas sugestões; o gosto de cada um encontra utilizações muito variadas para estes caijus feitos à mão, um por um, com muito cuidado e carinho.

Os sabores são variados, do mais forte ao mais suave, mas vale a pena experimentá-los todos!


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