Viagens com Livros

Cees Nooteboom é um holandês apaixonado por Espanha. No livro O (Des) Caminho para Santiago, mesmo através dos seus resmungos contra a inércia, os “guias importunos”, ou contra o mau humor de alguns que vai encontrando pelo caminho, transparece a sua obsessão pela arte e pela paisagem deste país.

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Há muito, muito tempo, quando as agências de viagem ainda não ofereciam programas com pensão completa no deserto do Sara, e a simples menção do seu nome lembrava enormes e mortíferas extensões de dunas sob um sol escaldante, onde só sobreviviam tribos beduínas hostis e ferozes guerreiros tuaregues … é aí que começa o livro A Exploração do Sara.

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Dois dos romances de Marguerite Duras, que têm como palco a Indochina francesa da época colonial, enlaçam de forma admirável a atmosfera social decadente, a apatia que faz ruir projectos, a paixão dos amantes e o ”inferno do calor imóvel, monumental”. Os cenários são a trepidante cidade de Saigão, no Vietname, e a plácida “planície fabulosa e sedosa do delta” do Mekong. Para ler antes de partir.

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No livro O Grande Bazar Ferroviário, Paul Theroux diverte-se (e diverte-nos) contando as desventuras de um viajante no interior do comboio, ao mesmo tempo que nos dá uma ideia sobre a realidade dos países que atravessa. De Londres à China, no transiberiano e no transmongoliano, acompanhamos o escritor até ao Extremo Oriente dos anos 80.

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Na definição dos livros, a Provença situa-se no sul de França, entre o curso inferior do rio Ródano e os Alpes do Sul. Mas para o escritor Jean Giono, a Provença é um mundo composto por vários mundos diferentes, de gente pouco faladora mas hospitaleira que vive fechada em casa com um horror bem fundado ao sol, e que ama mais a sua terra, feita de extensos olivais, campos de trigo e lavanda, do que os homens.

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Hoje, tal como nos anos 30, viajar nas montanhas do norte do Irão não é coisa que se faça com facilidade. Mas os Castelos dos Assassinos mantêm-se tal e qual como foram descritos por Freya Stark no seu livro The Valleys of the Assassins.

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Mais do que um escritor, Fernão Mendes Pinto foi um emigrante aventureiro. Apesar da sua obra Peregrinação ser uma criação literária de centenas de páginas, com um ritmo narrativo rápido e adequado às peripécias mirabolantes que diz ter vivido, o que fica na memória do leitor não é o estilo da escrita, mas sim as histórias que nos conta. E podia contar muito mais, uma vez que andou pela Ásia durante vinte e um anos, em conjunto com outros aventureiros portugueses que daqui foram partindo no século XVI, para tentar a sorte em terras longínquas.

Monges junto ao templo Bayon em Angkor, Camboja

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Franz Kafka nunca escreveu sobre a sua cidade, a não ser em diários ou cartas, mas o lugar onde sempre viveu estava-lhe no sangue e no imaginário. E sobrepondo-se à discussão sobre se Kafka foi um autor alemão, checo ou judeu, aparece sempre, de forma indiscutível, o grandioso cenário da sua vida: a belíssima cidade de Praga.

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A palavra Patagónia remete para imagens de pampas infinitas de erva dourada, extensões vazias, povoadas apenas por animais fugidios e raras estancias (quintas) de gado, separadas entre si por muitos quilómetros de vento e planuras. Nem todos sabem que este enorme território esconde montanhas nevadas, lagos gelados, glaciares e – ainda mais surpreendente – grandiosos fiordes verde-musgo, por onde o mar entra na terra envolvido em permanentes nuvens de chuva. A primeira imagem corresponde à Patagónia argentina; a segunda, à Patagónia chilena. Divididas pela cordilheira andina, que retém toda a humidade do lado do Chile, são duas faces do mesmo fim do mundo, inóspito e irresistível.

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Na obra Liberdade e Morte, Nikos Kazantzákis conta-nos a vida na ilha de Creta (Grécia) durante a ocupação turca. Memórias fáceis de recordar ainda hoje, mesmo sendo esta uma das mais turísticas ilhas do Mediterrâneo.

Monumento ao cretense livre

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